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Público-alvo

Toda comunicação deve ser direcionada para um público que deseja ou necessita do produto ou serviço em questão.

Esse público potencialmente consumidor é chamado público-alvo. Definir qual é esse público para o qual a comunicação deve ser dirigida é fundamental. É a partir dessa definição que são feitas as escolhas dos meios e veículos de comunicação mais adequados para transmitir a mensagem para esse público. A não ser que você goste de vender geladeiras para esquimós, a escolha do público-alvo deve preceder qualquer início de campanha.

Esse tipo de situação pode parecer absurda, mas muitos anunciantes se comportam de modo parecido quando insistem em escolher os programas para veicular seus comerciais baseados em seu gosto pessoal, na opinião de sua família ou de amigos. Quem precisa gostar do programa são os clientes, seus potenciais consumidores: seu público-alvo.

É o público-alvo que precisa ser impactado pela mensagem comercial. Hoje, a maioria dos mercados dispõe de pesquisas de audiência que oferecem informações detalhadas sobre quem está assistindo a cada programa. A escolha da programação de mídia deve ser feita visando otimizar o alcance do público-alvo do anunciante.

Não basta procurar uma grande audiência domiciliar, um programa que o anunciante acha o melhor da TV ou a que sua filha mais nova sempre assiste. Para otimizar o resultado de seu esforço de comunicação, o anunciante precisa alcançar o maior número possível de consumidores em potencial, isto é, possíveis compradores. É preciso definir e buscar o público-alvo. Assim, o anunciante terá condições de programar sua veiculação de forma a aproveitar melhor seu investimento.

Confira este exemplo. Vamos comparar o desempenho de três programas, um infantil, um telejornal e uma novela, junto a três públicos diferentes: crianças, homens de alta renda e donas-de-casa.

Quando o anunciante pretende atingir um desses públicos, pode utilizar programas de menor custo, em horários menos disputados. Já os homens de alta renda costumam despender menos tempo assistindo à TV.

O anunciante precisa veicular sua mensagem em programas mais dirigidos para esse segmento.

Para tanto, deve considerar três fatores ao escolher o programa: a audiência, o preço e a adequação editorial. No nosso exemplo, muito embora a audiência da novela entre as crianças seja maior do que a do programa infantil, será mais vantajoso para o anunciante utilizar o programa infantil em função do preço e do interesse da criança pelo programa.

Donas-de-casa podem ser alcançadas com uma programação mista, que rentabiliza o investimento. Os homens exigem programas mais dirigidos, de conteúdo editorial específico. Tudo depende do público que se pretende atingir.


Mensagem adequada e veiculada preferencialmente para o público-alvo no momento oportuno e na dose certa: é assim que podemos ajudar o anunciante a garantir resultados.